No passado 12 de Abril, teve lugar no Seminário Diocesano uma ação de formação do CPM da nossa diocese sobre o tema "O Amor ao longo da vida". O encontro contou com três momentos: uma oração inicial, o testemunho de um casal e uma apresentação do padre Luís Inácio João. No momento de oração foi lido um texto do papa Francisco onde ele pretende responder à questão “É possível amar-se «para sempre»?”. Ele questiona o facto de atualmente muitas pessoas terem “medo de fazer escolhas definitivas”, levando a que muitos matrimónios sejam encarados apenas “enquanto o amor durar”. Ele diz que o amor deve ser visto como uma relação, que permite o crescimento do casal e permitirá cuidar do matrimónio “para sempre e com qualidade”. Num segundo momento, o casal Ana e José Horta, do CPM de Alcobaça, diocese de Lisboa, testemunhou o “seu amor ao longo da vida”. Tendo celebrado o seu matrimónio há cerca de 31 anos e com dois filhos, foi com emoção que relataram a história do seu am...
Preparar o tempo de advento em família , é a proposta que o secretariado diocesano da caqtequese nos lança. Uma boa ideia e uma boa ajuda para fazermos desta época um momento realmente rico. Toda a informação, textos de apoio e pistas de caminhada poderão ser encontradas aqui . Boa caminhada! Santo Natal!
Na sua viagem ao México, o Papa Francisco encontrou-se com as famílias. Começou por escutar vários testemunhos: o primeiro foi o do Manuel, uma criança em cadeira de rodas vítima de distrofia muscular; depois foi a vez de um casal que celebrava 50 anos de matrimónio; seguiu-se uma mulher casada civilmente por causa do divórcio anterior, te ndo-se dedicado ao serviço dos pobres; por fim, uma mãe solteira, várias vezes tentada a optar pelo aborto por causa da solidão em que vive. Na resposta, o Papa Francisco afirmou: «Prefiro uma família ferida que cada dia procura conjugar o amor, a uma sociedade doente pelo fechamento e a comodidade do medo de amar. Prefiro uma família que uma vez após outra procura recomeçar a uma sociedade narcisista e obcecada pelo luxo e pela comodidade. Prefiro uma família com o rosto cansado pelos sacrifícios às caras maquilhadas que não sabem o que é a ternura e a compaixão.»
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